A Prefeitura de Manaus, por meio da Procuradoria Geral do Município (PGM), entrou com uma Ação Civil Pública, nesta segunda-feira (16/01), no Tribunal Regional do Trabalho (TRT) para impedir a paralisação geral dos serviços de transporte coletivo prevista para esta terça-feira (17/01) .
O pedido da Prefeitura de Manaus, processo no 0000067-26.2017.5.11.0005, está sendo analisado pelo juízo da 5ª Vara do Trabalho de Manaus e, de acordo com o procurador geral Marcos Cavalcanti, deixa claro que a greve é abusiva, ilegal e vai prejudicar a população manauara.
“Esperamos que o Tribunal suspenda a greve e seja declarada ilegal. O motivo que eles (rodoviários) alegam é um reajuste do Dissídio Coletivo de 2016 que está sob a análise do Tribunal Superior do Trabalho. As greves trabalhistas são historicamente o último recurso dos trabalhadores, mas no caso dos rodoviários infelizmente se tornam sempre a primeira opção”, disse o procurador.
A prefeitura aguarda que a decisão favorável à suspensão da greve seja anunciada ainda no início da noite desta segunda-feira, proibindo a paralisação.
O Sindicato das Empresas de Transporte de Passageiros do Estado do Amazonas (Sinetram) também recorreu à Justiça trabalhista para tentar impedir a greve dos rodoviários ou, pelo menos, garantir 70% da frota nas ruas.
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