
Socorro Guedes foi substituída por Yedo Simões, na corte e na presidência (acima), e Mauro Bessa por João Abdala Simões (abaixo)
O processo que o desembargador Mauro Bessa, ex-membro do Tribunal Regional Eleitoral do Amazonas (TRE-AM), chamava de “pacote de bondade”, foi votado hoje (03/05). Trata-se de 24 leis com reajustes salariais, reestruturação de carreira e promoções para o funcionalismo estadual, em 2014, quando José Melo era candidato à reeleição. A coligação do adversário dele no pleito, o senador Eduardo Braga, alega que as medidas visavam os votos dos funcionários. Braga foi derrotado por 6 a 0.
O TRE-AM que julgou e cassou o governador, no processo que envolveu o contrato para “vigilância eletrônica”, durante a Copa do Mundo, era diferente.
A presidente, desembargadora Socorro Guedes, deixou a casa e foi substituída no cargo por Yêdo Simões de Oliveira. Mauro Bessa era o outro desembargador e foi trocado por João Abdala Simões. O juiz Dídimo Santana cedeu lugar para Abraham Peixoto Campos Filho. E o advogado Márcio Rys Meireles perdeu a vaga com a admissão de Felipe Thury. A juíza federal Jaiza Fraxe, que votou na ocasião como substituta, é substituída pela primeira suplente Marília Gurgel.
Ficaram, da composição que cassou o governador, apenas o juiz Henrique Veiga e o advogado substituto Francisco Marques.
José Melo foi derrotado, quando a composição do pleno da corte eleitoral era a antiga, por 6 a 0. Agora devolveu o mesmo placar a Eduardo Braga. O presidente, sétimo integrante da casa, só vota em caso de empate.
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