O resultado do laudo emitido pelo Instituto de Criminalística (IC) indicou que a auditora Gislane Santos Mesquita, 34, dirigia o veiculo modelo Honda City de placas NON-9378 no momento do acidente. Ela dormiu enquanto dirigia, o que ocasionou o impacto do pneu com o meio-fio, provocando o capotamento do veículo, que ficou submerso no lago.
Segundo o laudo, a causa da morte de Gislane, do marido dela, Levy Oliveira Nascimento, 32, e do filho deles, Ian Levy, 6, teria sido por asfixia decorrente de afogamento “Nenhuma das vítima tinha fraturas ou lesões pelo corpo”, afirmou o Delegado Titular da 37ª Delegacia Interativa de Policia (DIP)Valdnei Antônio Silva.
O Delegado Geral de Polícia Civil, Josué Rocha, e o Delegado Valdnei Silva, receberam o laudo na manhã desta quarta-feira (10.12). O laudo, segundo o Delegado Geral, Josué Rocha, descartou falha mecânica. “A presença de animais na pista e a ultrapassagem também foi descartada. A probabilidade maior é de que foi falha humana”, frisou.
O acidente de carro que vitimou os três ocorreu no dia 25 de outubro deste ano, no km 235 da rodovia federal BR-174. A família retornava de Boa Vista, capital do estado de Roraima (RR). Os corpos foram encontrados somente na terça-feira (29/10), no lago da reserva indígena Waimiri-Atroari.
Com o resultado do laudo, o caso é considerado elucidado.