Falar em emoção na reta final de campanha, depois de tanta dedicação, sangue e suor, pode até parecer clichê, mas é uma verdade para o Governo 25, o Governo das ideias. A campanha terá seus últimos capítulos até domingo, dia 7 de outubro, quando os eleitores de Manaus vão, da forma mais democrática e livre possível, escolher quem será o governante do Poder Executivo nos próximos 4 anos.
O tom de campanha de Pauderney Avelino, candidato do Democratas, da coligação “Renova Manaus”, é de agradecimento, carinho, alegria e dever cumprido diante da missão de ser prefeito, para a qual Pauderney ajustou a rota do destino, saindo pela primeira vez para disputar um cargo no Executivo, para transformar a cidade de Manaus.
Nas caminhadas, reuniões, encontros, corpo a corpo, panfletagens e eventos em geral, o prefeiturável ouviu a população, seus anseios, críticas e sugestões; e com ela construiu parte importante do seu plano de governo, de forma colaborativa, incluindo a todos. “Fizemos uma campanha limpa, de ideias e sonhos”, diz o candidato, que abordará o tom em momentos do horário eleitoral gratuito, cuja veiculação acontece até esta quarta-feira, dia 3/10.
A campanha de Pauderney teve dois grandes momentos, e terá um grande final. No primeiro ato se construiu a imagem do político que é deputado federal há cinco mandatos, um dos mais influentes parlamentares do Brasil e um defensor histórico da Zona Franca de Manaus e do bem estar do seu povo amazonense. Aqui também foram apresentadas as principais propostas e planos de governo do democrata, sempre com foco no real, no tangível.
Num segundo momento, o trabalhou teve foco no slogan “Pauderney não promete, presta contas”, onde foram apresentadas inúmeras realizações e interferências do deputado para a capital e Estado – desde enviar recursos para reforma do Mercado Adolpho Lisboa até aumentar o valor do repasse feito pelo SUS para a saúde, incluindo a criação do Polo de Componentes que emprega 40 mil pessoas. Se o democrata fez muito no Congresso, poderá fazer muito mais na Prefeitura. Essa foi a conexão relacionando o político experiente, engajado, sério e honesto, com o que se deseja para o futuro prefeito, trabalho, competência e ética. Paralelo a isso, as redes sociais do 25 continuam sendo abastecidas com imagens, mensagens, conteúdo e videoclipes inéditos. É só acessar www.facebook.com/pauderneytomazavelino.
Debate TV A Crítica
Na noite de segunda-feira, 1/10, a TV A Crítica realizou o penúltimo debate entre os candidatos a prefeito de Manaus. Pauderney Avelino aproveitou o momento para discutir e trazer à tona temas polêmicos, como reajuste injusto do IPTU, servidores temporários na Prefeitura (RDAs) e ligações de políticos que só fizeram mal a cidade, citando Alfredo Nascimento.
Um dos momentos quentes do debate foi justamente quando o democrata provocou Henrique Oliveira, lembrando o “Extresso”, a não conclusão da BR-319 e portos afundados no interior, resultado da administração enquanto ministro dos Transportes, de Alfredo Nascimento, presidente do PR, partido de Henrique. Pauderney disse para o prefeiturável não pedir conselhos ao senador para o bem de Manaus.
Na réplica, Henrique tentou atacar o democrata, sugerindo que não buscasse conselhos com Demóstenes Torres (ex-DEM), senador cassado por quebra de decoro parlamentar. Pauderney aproveitou para lembrar que no seu partido, o Democratas, os corruptos são expulsos, como aconteceu. “No meu governo a tolerância será zero para a corrupção”, completou o candidato.
Durante o debate, Pauderney usou perguntas, respostas, réplicas e tréplicas para mostrar as ideias que têm para Manaus e fazer um perfil de político experiente, capaz de governar a capital. Voltou também a pedir para que as pessoas não acreditem em pesquisas. Ele recorreu ao TRE-AM contra pesquisa do Ibope, questionando métodos e afirmando que o instituto é “venal”.
Nas perguntas feitas pelos jornalistas da Rede Calderaro de Comunicação, Pauderney respondeu questionamento da diretora de Redação do jornal A Crítica, Aruana Brianezi, sobre como governar, caso eleito, sendo oposição no Congresso. “Vamos buscar parcerias e sei onde buscar os recursos necessários, junto a bancos e financiamentos. Não tenho portas fechadas em Brasília. Faço oposição a ideias, projetos, não a pessoas. Não tenho porta fechada com a presidente Dilma Rousseff”.
Quanto aos RDAs, em pergunta feita a Jerônimo, o prefeiturável explicou que vai chamar a Justiça do Amazonas e o Ministério Público para encontrar uma solução para organizar a vida de mais de 6 mil servidores temporários na Prefeitura, muitos há décadas em situação instável, pais e mães de família, trabalhadores, que não podem simplesmente ser tratados como números. “Eu vou tratar com carinho a questão, analisando caso a caso. Nosso governo será para todos. Também faremos os concursos públicos necessários, mas essas pessoas também terão nossa atenção e justiça”.
Saúde, educação, segurança pública e uma prestação de contas estiveram presentes no discurso do democrata.
Obs: Texto de responsabilidade da assessoria de imprensa do candidato
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