O procurador-chefe da Procuradoria Geral do Estado do Amazonas (PGE), Frânio Lima, pediu exoneração do cargo nesta quarta-feira (19). Ele alegou motivos pessoais na carta entregue ao governador Omar Aziz.
Frânio assumiu o cargo em 2003, durante o mandato do ex-governador Eduardo Braga. Ele disse que já tinha decidido deixar o cargo no final deste ano, mas que a polêmica envolvendo a procuradoria e a sua atuação como procurador, anteciparam os seus planos.
Frânio Lima foi muito criticado no episódio do bloqueio de R$ 34 milhões pela Justiça, em resposta a uma ação impetrada por 30 aposentados contra a Amazonprev. A sentença foi suspensa no último dia 13, pelo desembargador do Tribunal de Justiça do Amazonas (TJAM), Wellington José de Araújo, que pediu a devolução de cerca de R$ 17 milhões, que já haviam sido pagos pela Secretaria de Estado da Fazenda (Sefaz).
Segundo informações da Agência de Comunicação do Governo, ainda não foi escolhido o substituto para o cargo, mas fontes do blog afirmam que o ex-reitor da UEA e ex-procurador geral de Manaus, Lourenço Braga, é o mais cotado. Também estão sendo cogitados os nomes da procuradora Heloísa Simonetti e de Carlos Alexandre Martins de Matos, da Casa Civil.
Veja mais notícias em Política