O primeiro protesto em que o apenado não foi o consumidor deixou uma enorme renda de marketing para o empresário Ralph Assayag, dono do posto 300, no espaço do MS Casa, na Djalma Batista. O posto vendeu 5.000 mil litros de gasolina a R$ 1,90 (250 carros).
Algumas lições do protesto:
1) Se o imposto da gasolina é 32% e o preço do litro estava em torno de R$ 1,80, então o valor pago em cada litro era de R$ 0,60. Se o empresário cobrava R$ 1,80 então estava ganhando (lucrando) R$ 0,20 por litro e não os R$ 0,05 (cinco centavos) alegados pelos donos de postos.
2) O maior faturamento do empresário foi o de mídia expontânea. Saiu em todos os jornais como herói, embora tenha sido o Clube de Diretores Lojistas de Manaus Jovem (CDLM-J) quem bancou a diferença de impostos;
3) O Governo Federal é voraz;
4) O empresário monta o negócio para entregar a parte do leão do lucro ao poder público;
5) Esta quarta-feira, 25/05, marca a quantidade do ano que o contribuinte precisa trabalhar só para pagar impostos.
Veja mais notícias em Geral